Efeito dopler no GP do Brasil de Fórmula1
Todos que assistiram perceberam que foi uma corrida fora dos padrões, nada ocorreu como deveria... Não houve largada nem chegada... A corrida começou no Brasil e terminou num tribunal da França! Sem contar que a McLaren preferiu tirar em 2- do que em 1-. Sem dúvida coisas inesperadas aconteceram!
Uma coisa porém nunca muda, faça chuva ou faça sol, falte ou não gasolina no carro de Rubinho, o efeito dopler está sempre presente! e vamos aproveitar uma passagem de Rubinho no retão de interlagos para comprová-lo!
O efeito dopler é a variação da frequência de uma onda quando há um movimento relativo entre o observador e a fonte da onda.
No nosso caso, a fonte da onda é o ronco do motor da ferrari de Rubinho e o observador é um espectador nas arquibancadas de interlagos. Vamos primeiro prestar atenção nesses três diagramas desenhados abaixo.

O primeiro simboliza o carro parado (nos boxes!) e as frentes de onda simétricas em relação ao carro. A medida que o carro acelera, as novas ondas não são emitidas concêntricas com a anterior, mas em um posição um pouco a frente, e a medida que o carro ganha velocidade as frentes de onda que se encontram atrás do carro se afastam uma da outra enquanto as que se econtram na frente aproximam-se.
Esse efeito faz com que um observador localizado a frente do carro receba mais frentes de onda por unidade de tempo em seus ouvidos, isto é, perceberá um aumento da freqüência; enquanto que para um observador que se encontra atrás do carro as frentes de onda demoram mais para chegar, causando uma diminuição na freqüência percebida.
Isso é facilmente percebido pelo som mais agudo (maior freqüência) quando o carro se aproxima e mais grave (menor freqüência) quando o carro se afasta.
Agora chega de conversa fiada, vamos ao vídeo de Rubinho!
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