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Introdução à Física Moderna
Em meados do século XIX, a ciência parecia estar estagnada. Por um lado, todo o movimento de corpos celestes era precisamente calculados pela Gravitação Universal de Newton que, como a própria palavra "universal" sugere, ela deveria valer em qualquer situação. Por outro lado, o eletromagnetismo estava bem fundado pelas leis de Maxwell, que estavam de pleno acordo com todos os experimentos da época.
Foi apenas no final do século XIX que começaram a surgir fenômenos "estranhos", que não poderiam ser explicados com base na "antiga" física; e não foram poucos: De onde vinham as raias espectrais dos átomos? Como explicar o espectro de emissão do corpo negro e o efeito Foto-Elétrico? Como explicar o movimento "aleatório" dos grãos de pólen na água (Movimento Browniano)? Como justificar a estabilidade dos átomos?
Diante desses e de vários outros questionamentos, uma nova física começava a surgir. Os dois principais pilares dessa revolução foram Max Planck com sua hipótese de quantização da energia que deu origem a toda Mecânica Quântica e Albert Einstein, um jovem de idéias revolucionárias que explicou o Efeito Foto-Elétrico com base nas hipóteses de Planck (e por isso recebeu o Nobel de 1921), criou um modelo consistente para o Movimente Browniano (provando a hipótese atomística) e mudando radicalmente as noções de espaço e tempo absolutos que perduravam desde a época de Newton, criando a teoria da Relatividade.
Se você quiser seguir nessa aventura pelos novos conhecimentos da física, aproveite essa seção: "Física Moderna".
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